EDIÇÃO 2023
EBOOKS PUBLICADOS
Inaldete Pinheiro
Escritora, contadora de histórias. Nasceu em 1946, na cidade de Parnamirim-RN. Aos 20 anos, mudou-se para Recife, onde cursou Graduação em Enfermagem e Mestrado em Serviço Social pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Desde jovem participa ativamente de ações em prol da igualdade racial e do respeito às diferenças. Foi uma das fundadoras do Movimento Negro de Pernambuco e participa de organizações da sociedade civil voltadas para a defesa dos direitos humanos. Pesquisadora e militante, tem se dedicado ao resgate da multifacetada herança africana presente em nossa formação. Seus trabalhos vêm contribuindo para a constituição de uma bibliografia voltada para o ensino da História e das culturas africana e afro-brasileira.
Isabel Marques
Coreógrafa, diretora e professora de dança, escritora. Formada em Pedagogia pela USP, Mestre em Dança pelo Laban Centre, Londres (hoje Trinity Laban), doutora pela Faculdade de Educação da USP/96. Fundou e dirige o Caleidos Cia. de Dança desde 1996. Atualmente, com Fábio Brazil, é diretora do Instituto Caleidos, fundado em 2007, em São Paulo, capital. Premiada pela Bolsa Vitae de Artes, pelo Programa Municipal de Fomento à Dança, pelo ProAC, pelo Prêmio FUNARTE de Dança Klauss Vianna, finalista do Prêmio Jabuti. Recebeu Bolsa Pesquisador Visitante da FAPESP, Bolsa Pesquisa CNPq e Difusão Cultural do MinC. Assessora do MEC na elaboração dos PCNs (Dança), da UNESCO e da Secretaria Municipal de Educação de SP (1992-93, 2015-16). Professora nos curso de Licenciatura em Dança da UNICAMP e da Universidade Anhembi Morumbi e dos cursos de Pós-graduação da UFV, UDESC, UEA, UFPE, UFRN, FURB, entre outros. Autora dos livros “Ensino de Dança Hoje” (6ª. ed), “Dançando na Escola” (6ª. ed), “Linguagem da dança: arte e ensino”, “Interações: criança, dança, escola”, “Conversas sobre Dança e Educação” (no prelo) e, com Fábio Brazil, “Arte em Questões” (2ª. ed). Foi assessora na área de ensino de Dança da gestão Luíza Erundina e Fernando Haddad.
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A palestra de encerramento terá uma mudança especial: por motivos de saúde, a professora, arte-educadora e pesquisadora Ana Mae Barbosa não poderá participar deste momento. Assim, o escritor e educador Daniel Munduruku estará conosco para fechar o evento. Agradecemos a compreensão.
CONVIDADOS
Daniel Munduruku
Daniel Munduruku é escritor indígena. Graduado em Filosofia, tem licenciatura em História e Psicologia e doutorado em Educação pela USP. Também é pós-doutor em Literatura pela Universidade Federal de São Carlos – UFSCar. Diretor presidente do Instituto UKA – Casa dos Saberes Ancestrais, Daniel é autor de 65 livros para crianças, jovens e educadores. Foi condecorado Comendador da Ordem do Mérito Cultural da Presidência da República em 2008 e em 2013 recebeu a mesma honraria na categoria da Grã-Cruz, a mais importante honraria oficial a um cidadão brasileiro na área da cultura. Em 2025 recebeu novamente na categoria Comendador Membro Fundador da Academia de Letras de Lorena recebeu diversos prêmios no Brasil e Exterior. Entre eles o Prêmio Jabuti por duas vezes, o Prêmio da Academia Brasileira de Letras, o Prêmio Érico Vanucci Mendes (outorgado pelo CNPq); e o Prêmio Tolerância (outorgado pela UNESCO). Muitos de seus livros receberam o selo Altamente Recomendável outorgado pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ). Em 2018 foi o ganhador do Prêmio Fundação Bunge na categoria personalidade literária do ano e em 2022 foi agraciado com o prêmio de empreendedor social pelo Governo do Estado de São Paulo. Em 2023/24 atuou na novela das 9 da rede Globo interpretando o pajé Jurecê em Terra e Paixão. Atualmente reside em Lorena e atua também como vereador eleito da cidade.
Renata Felinto
Mulher afro-diaspórica, mãe de Benedita Nzinga e Francisco Madiba. Artista visual, pesquisadora e professora. É Bacharel, Mestra e Doutora em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da UNESP, com especialização em Curadoria e Educação em Museus de Arte pelo MAC/USP. Realizou pós-doutorado como Artist-inResidence no Spring 2023 do Center for Africana Studies da University of Pennsylvania (EUA). Professora Adjunta da Universidade Regional do Cariri (URCA/CE), onde atua na Licenciatura e no Mestrado Profissional em Artes. Lidera o grupo de pesquisa NZINGA, reconhecido pelo CNPq. Foi coordenadora do Núcleo de Educação do Museu Afro-Brasil e coordenadora do Curso de Licenciatura em Artes Visuais da URCA por duas gestões.
Hamlet Díaz
Doutor em Ciências sobre Arte pela Universidade de Havana, Cuba; e Doutor em Artes pela Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil. Pós-doutorado em Educação pela Universidade de Uberaba, MG, Brasil. Professor da Faculdade de Artes e Letras da Universidade de Havana de 2008 até 2017. Na atualidade atua como professor colaborador do Mestrado em História da Arte da Faculdade de Artes e Letras da Universidade de Havana, e como professor do Programa de Pósgraduação em Educação do Centro Universitário de Patos de Minas, MG, Brasil.
Anderson Cleomar
Indígena do Povo Pankararu, graduado em Licenciatura em Música pela Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS). Mestre e Doutor em música, subárea Etnomusicologia pelo programa de Pós Graduação em Música da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Professor Substituto no curso de Licenciatura em Música no Instituto Federal Sertão Pernambucano (IF-SERTÃO). Tutor no Curso de Licenciatura Plena em Música Popular Brasileira na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB).
Gabriela Augustowsky
Doutora em Belas Artes pela Universidade Complutense de Madrid. Mestre em Didática pela Universidade de Buenos Aires. Graduada em Ciências da Educação pela UBA. É professora titular de Didática das Artes Visuais no Departamento de Formação de Professores e no Doutorado da Universidade Nacional das Artes (UNA). Diretora do Programa de Pós-Graduação em Ensino “Recursos Artísticos e Mediações para o Ensino”.Pesquisadora na área de ensino de Artes Visuais e Pedagogia do Audiovisual; desenvolve programas de ensino inovadores. Tem publicados artigos e livros para a formação de profesores.
Mãe Beth de Oxum
Mãe Beth de Oxum é uma mulher de referência para cultura brasileira. Ela tem presença firme e inspiradora nas muitas frentes de luta pela cultura popular em defesa da liberdade de culto e tradições de matriz africana. No final da década de 90 já ministrava oficinas em escolas públicas e já promovia debates acerca da cultura popular de Pernambuco. Em agosto de 2021 pela relevância cultural e mérito do seu trabalho no nosso estado, pelo reconhecimento à sua contribuição para preservação e difusão do Patrimonio cultural pernambucano, Mãe Beth de Oxum foi reconhecida como Patrimônio Vivo de Pernambuco. A primeira Iyalorixá a receber esse título no nosso estado.
Manoel Salustiano Filho
Mestre Manoelzinho Salus4ano é artesão carnavalesco, Doutor Honoris Causa e Notório Saber em Cultura popular pela Universidade de Pernambuco. Filho mais velho do Mestre Salus4ano, Manoelzinho iniciou a sua imersão na cultura popular ainda criança. Atua no processo de garan4a da visibilidade e valorização das manifestações culturais populares do Estado de Pernambuco, em especial, daquelas localizadas na região da Zona da Mata, a exemplo do Maracatu de Baque Solto, Cavalo Marinho, Mamulengo, Ciranda, Caboclinhos, entre outras.
Ceça Reis
Ceça Reis é mulher negra, professora e pesquisadora da UFPE, doutora em Educação e Pró-Reitora de Extensão. Foi coordenadora do COEX/ANDIFES (2024-2025) e lidera o Laboratório de Educação das Relações Étnico-Raciais (Laberer/CNPq). Atua em formação docente, práticas pedagógicas antirracistas e políticas de ações afirmativas, com destaque nacional nas pesquisas em Educação das Relações Étnico-Raciais.
Bia Pankararu
Bia Pankararu, 32 anos, produtora cultural, audiovisual e comunicadora. Liderança local no território Pankararu, sertão pernambucano, é atuante na luta pelos direitos humanos. Roteirista e produtora em diversas produções, além de curadora de festivais como Cine Kurumin, Cine Proa e Mostra Absurda.
Brenda Bazante
Brenda Gomes Bazante é mulher trans e Professora de Arte da Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco lotada na Escola de Referência em Ensino Médio (EREM) Nóbrega. Supervisora do PIBID de Artes Visuais da UFPE (2024-2026). Mestra em Artes Visuais pelo Programa Associado de Pós-Graduação em Artes Visuais (PPGAV) UFPE/UFPB (2022). Especialista em Fotografia pela FACUMINAS (2024). Especialista em Metodologia do Ensino de Artes (Fac. de Educ. São Luis, 2019). Graduada em Licenciatura em Artes Visuais ( UNOPAR, 2018). Artista visual e pesquisadora do campo da escultura, da instalação e da fotomontagem na arte contemporânea. Desenvolve pesquisas que se apoiam nos conceitos do processo criativo e da dissidência sexual e de gênero, procurando entender como narrativas autobiográficas podem ajudar a representar, através do conceito de Trava Transcorpocinética, as mudanças corporais realizadas por mulheres transexuais e travestis. É produtora cultural independente tendo aprovado projetos na Lei Aldir Blanc e na PNAB 2024. Também é curadora independente tendo atuado em expos como as Mostras Agora Àgora I e II e no Festival Transborda de Cultura sem Gênero, ambos na cidade do Recife.
Juliana Xukuru
Juliana Xukuru, ou Juliana Alves Xukuru. Nasceu no Território Xukuru Ororubá, Pesqueira, Pernambuco. Artista Visual indígena, pertencente ao povo Xukuru Ororubá e Xukuru de Cimbres. Mestra em Artes Visuais pelo Programa Associado de Pósgraduação em Artes Visuais da Universidade Federal da Paraíba e Universidade Federal de Pernambuco (PPGAV UFPB/UFPE). Licenciada em Artes Visuais pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), em 2016. Como artista, docente e investigadora compromete-se com o ativismo curatorial e a crítica cultural a partir da virada decolonial, questionando referenciais hegemônicos eurocêntricos impostos pela invasão colonial sobre as terras indígenas. Os modos de vida em interação com a natureza sagrada e os encantados, os deslocamentos forçados das mulheres Xukuru e suas famílias, o assassinato de seu pai na própria terra, são elementos presentes em sua produção artística.
Babalorixá Chacon Viana
Mestre da centenária Nação Porto Rico, Chacon Viana é um dos mais antigos Mestres de Maracatu de Baque Virado em atividade. Historiador, produtor musical, compositor e Babalorixá, dedica sua vida à preservação e difusão da cultura afro-brasileira. À frente do Núcleo de Cultura Afro-Brasileira, atua na formação de jovens da comunidade do Pina, promovendo educação, identidade e resistência. Seu trabalho ultrapassa fronteiras, levando o Maracatu a diversos países e fortalecendo laços culturais ao redor do mundo. Fundou a Confederação Japonesa de Maracatu, representando o Brasil em eventos internacionais e reafirmando a força da cultura pernambucana. Ao lado de Naná Vasconcelos, ajudou a construir a abertura do Carnaval do Recife por mais de uma década e teve sua música como tema do Notting Hill Carnival, em Londres, em homenagem a Mestre Môa do Katendê e Marielle Franco.
Valdir Brito Júnior
Biólogo, mestre e doutorando em Etnobiologia e Conservação da Natureza. Atua há quase uma década no estudo das relações entre pessoas e natureza, em parceria com Comunidades Tradicionais. Coordena ações de juventude e clima na rede RESICLIMA, buscando integrar ciência, cultura e educação ambiental para a conservação da biodiversidade.
Bárbara Vitória
Bárbara Vitória Espíndola Bezerra, conhecida artisticamente como Babi ou Bárbara Vitória, é atriz, performer, cantora, compositora, multiartista recifense e mãe de Naomi. Cursou Teatro pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e é a força criativa por trás do Barbarize, grupo musical e multiartístico que funde afrobeat, afrotrap, manguebeat e pop em experiências cênicas e sonoras intensas. Sua arte nasce do corpo, da voz e da vivência periférica, conectando ancestralidade, moda, arte urbana e musicalidade brasileira em uma estética única e combativa. Como idealizadora, vocalista e diretora artística do Barbarize, assina com Yuri todas as composições do grupo e constrói imagens cênicas que potencializam suas mensagens, transformando cada show em um espetáculo sensorial. Babi tem se destacado no cenário independente nacional com apresentações marcantes em palcos como o Circo Voador (RJ), Aparelha Luzia (SP), Festival Se Rasgun (PA), Festival de Inverno de Garanhuns (PE), Porto Musical (PE) e Galo da Madrugada.
Paula Lourenço
Natural do Recife-PE, graduou-se em Comunicação Social – habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) em 2001. Possui especialização em Relações Internacionais pela Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), MBA em Marketing pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e MBA em Gestão de Negócios pelo Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (IBMEC). É mestre em Indústrias Criativas pela Unicap. Tem mais de 20 anos de experiência profissional em veículos de comunicação e em gestão de comunicação integrada no Recife, no Rio de Janeiro, em Brasília e em vivências internacionais, atuando em assessoria de imprensa, comunicação institucional, comunicação digital e comunicação interna. Iniciou sua carreira na Rádio Universitária FM, passando pela Assessoria de Comunicação da UFPE, Núcleo de Saúde Pública do Hospital das Clínicas da UFPE, Rede Globo Nordeste e editoria de Cidades do Jornal do Commercio (PE). Foi repórter de Polícia, Grande Recife e Economia e editora-adjunta de Economia na Folha de Pernambuco, assessora de Comunicação da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em Pernambuco, assessora de imprensa do Ministério da Saúde para a Região Nordeste, editora-assistente de Brasil/Internacional no Jornal do Commercio (PE), jornalista com atuação na Comunicação Interna e Institucional na Coordenadoria de Comunicação Social da Fiocruz no Rio de Janeiro, assessora de Comunicação, Marketing e Eventos da Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás), coordenadora de Comunicação da Administração do Complexo Industrial Portuário de Suape-PE e chefe de gabinete parlamentar na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). Ingressou no Departamento Regional do Sesc em Pernambuco em outubro de 2016, como assessora e depois gerente de Comunicação e Marketing. Em julho de 2020, assumiu a Diretoria de Programas Sociais do Sesc PE, na qual se responsabiliza pela gestão das áreas técnicas de Educação, Saúde, Cultura, Lazer e Assistência, e das 28 unidades operacionais fixas e móveis da entidade no estado. Foi ainda coordenadora editorial das publicações técnicas “70 termos para compreender a pesquisa em saúde (2006)”, “Análise Participativa da Realidade Socioambiental de Goiana/PE (2013)” e “Arte e cultura, pesca artesanal e agricultura familiar – Análise participativa com grupos socioprodutivos do município de Goiana/PE” (2013).
Odailta Alves
Odailta Alves (1979), mulher negra, lésbica. Escritora, educadora, atriz e ativista dos Direitos Humanos, com ênfase em práticas antirracistas. Nasceu na favela de Santo Amaro (Recife/PE). É doutoranda em Linguística na UFPE e é concursada na Secretaria de Educação de PE, na qual atuou com formação antirracista. Também é concursada na Secretaria de Educação do Recife. É escritora independente, com 11 livros publicados de poemas, contos e literatura infantil. É vencedora nacional dos concursos de poesia Da Casa de Espanha (2016) e do Elas por Elas (2019). Em 2022, ganhou o prêmio Penalonga de Teatro de PE, com o seu monólogo Clamor Negro, e Cultura Viva Sérgio Mambert, do Ministério da Cultura.
Josimar Dantas
Josimar Olavo Dantas (Zhumar de Nazaré) é artista do teatro, da música e da literatura. Educador e Mediador Territorial de Cultura, atua como Analista de Cultura no Sesc Pará, Unidade Marabá. Graduado em Letras (UFRN), tem especialização em Gestão Pública e sociedade (UFT) e mestrado em Artes Cênicas pela Escola Superior de Artes Célia Helena. Participou do ponto de cultura Ponto no Xingu (Altamira-PA), co-desenvolvendo a metodologia Maravaia de Arte e Educação Ambiental; atuou na implementação da Rede Paraense dos Pontos de Cultura e na implementação do Sistema Nacional de Cultura na Região Norte. No Sesc, desenvolve ações em todas as linguagens artísticas, destacando-se os projetos Saraus Performáticos (2017/2019), Histórias da minha cidade – exposição orgânica (2022) e I Congresso de Arte Educação, Memória Social e Mediação Cultural do Sesc Pará (2024), estes dois últimos alinhados aos marcos referenciais de arte educação e de memória social e patrimônio, do Sesc.
Carolina Moura
Carolina Moura atua como analista de cultura no Sesc Bahia desde 2017. Com mais de 15 anos de experiência em gestão e produção cultural, desenvolve projetos na área de arte-educação, artes visuais e música, com foco em mediação cultural e democratização do acesso à cultura. Coordenou projetos como “Mediações Arte Educação”, “Narrativas Visuais” e “Sonora Brasil”. Especialista em Arte-Educação, integra redes e comissões culturais nacionais, e possui publicações sobre diversidade cultural e mediação.
Mestre Meia-Noite
Filho de Mulher Negra domestica criou os filhos vendendo leite nas portas, fazia transas nagô, seu pai homem negro negociante de animais apreciador de vaquejada e argolinha ambos criaram os filhos neste ambiente de cuidar de cavalos, vacas e bois vendiam leite na porta das casas seu pai brincante de Caboclinho, família criada e adapta de Terreiro de Candomblé. Gilson José de Santana – Mestre Meia Noite, homem negro criado para ter a mesma função que o pai criador de animais foi de encontro a este desejo do pai, fugia de casa para apreender capoeira e sair nas agremiações da comunidade que morava, foi ser capoeirista, bailarino do Balé Popular do Recife viajou para vários países e para várias capitais do Brasil, foi reconhecido como Mestre de Capoeira na sua cidade, deu aulas em escolas da rede particular em 1988 foi representar o pais em África no encontro de Bailarinos pela UNESCO neste mesmo ano coloco em prática seu sonho criou o Centro Daruê Malungo juntamente com irmãs e a mãe de seus filhos. Foi Premiado pela prefeitura do Recife, pelo secretario de cultura do estado de Pernambuco Ariano Suassuna, pelo Itaú Cultural 30 anos.
Carlos Magno
Carlos Magno Rodrigues é gestor cultural, curador, ator e produtor. Mestrando em Artes da Cena pela Escola Célia Helena/Itaú Cultural, pesquisa práticas curatoriais em artes cênicas e suas relações com políticas culturais. Atualmente, é supervisor de Cultura do SESC Fortaleza (DR/CE), onde coordena ações curatoriais, programações artísticas e projetos culturais integrados. Licenciado em Teatro pelo Instituto Federal do Ceará (IFCE) e pós-graduado em Arte Educação pela Uniasselvi, já participou de importantes festivais como a Mostra Sesc Cariri de Culturas, Identidade Brasilis e o Palco Giratório, além de ter integrado as Redes Sesc de Arte Educação e Artes Cênicas.
Jéssica Zarina
Jéssica Zarina é multiartista, empresária da moda e comunicadora. Co-fundadora da Zarina Moda Afro, atua como catalisadora de iniciativas que impulsionam mulheres e artistas periféricos a acreditarem e investirem em seus sonhos. Está à frente de projetos como Zarina Moda Afro e Moda Preta Autoral em Conexão Ancestral, além de ministrar palestras e oficinas que propõem uma nova perspectiva sobre a moda afro-brasileira na diáspora — explorando costumes, expressões, estilos de vida, identidade, afirmação, cultura e ancestralidade.
Jaileila de Araújo
Docente do Departamento de Psicologia, Inclusão e Educação do Centro de Educação e colaboradora no Programa de Pós-graduação em Psicologia da Universidade Federal de Pernambuco. Pesquisadora vinculada ao Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Poder, Cultura e Práticas Coletivas (GEPCOL) e Coordenadora do Núcleo OriGepcol/Museu da Pessoa. Atualmente desenvolve projeto de pesquisa -extensão sobre Racismo ambiental, memória, trauma e testemunho.
Gilberto Rodrigues
Professor de Ecologia e ambientalista, Gilberto Rodrigues é docente na UFPE desde 2009. Coordena o laboratório ARRE Água – Avaliação, Recuperação e Restauração de Ecossistemas. Atua no campo do ensino, pesquisa e extensão. Tem se dedicado a pesquisas relacionadas aos aspectos Bioculturais em territórios tradicionais. Atualmente incentiva os estudantes à produção de audiovisuais de mulheres pescadoras sobre o trabalho, clima e sustentabilidade, que culminou na aprovação da Lei que considera a pesca do marisco e sururu patrimônio cultura e imaterial do Recife, Pernambuco.
Déba Tacana
Pesquisadora, educadora e ceramista, formou-se no chão das periferias por entre as diversidades e lutas populares das fronteiras culturais e geográficas da Amazônia ocidental- Brasil x Bolívia. É Mestra em Artes Visuais pela Universidade Estadual de Santa Catarina (UDESC) e licenciada em Artes Visuais pela Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF). Pesquisa no âmbito da formação de professores a aplicabilidade da Lei 11.645/2008 para as relações étnico-raciais. Sua produção poética recolhe os gestos dos seus próprios deslocamentos, coletas de barro, relações com territórios, lutas populares e a investigação da matéria cerâmica na relação corpo-cerâmico x copo-indígena x corpo-território. nesse sentido, articula por meio da política do barro e ficção cerâmica análises conjunturais e ficcionais com a “luz que anda” – uma importante Encantaria presentes em diferentes territórios indígenas em contextos de violação de direitos humanos.Atualmente docente na Universidade Federal do Acre- UFAC
Wallace Lino
Wallace Lino, ator, diretor, dramaturgo, roteirista e educador. Formado em Licenciatura do teatro pela UNIRIO, Mestre pelo Programa do CEFET em Relações Étnicos Raciais. Cofundador e integrante da Cia Marginal desde 2005. Cofundador do Grupo Atiro desde 2016. Cocriador do Entidade Maré, Projeto criado por artistas pretes LGBTQIAPN+ da Maré, com objetivo de apresentar a memória cultural LGBTQIAPN+ na inscrição da cidade do RJ 2020. Roteirista e Codiretor do filme Noite das Estrelas 2021. Diretor e dramaturgo da Ocupação Noite das Estrelas 2023. Prêmio De Cria pra Cria Cultura e Favela da câmara dos vereadores do Rio de Janeiro, pela Mandata da vereadora Mônica Benício pelo trabalho do Entidade Maré (2023), Moção honrosa da Câmara dos Vereadores Pela Mandata da Mônica Benício, pelo trabalho do Entidade Maré (2023), Moção de Louvor e aplauso da câmara dos deputados do estado do Rio de Janeiro, da Deputada Estadual Renata Souza pelo trabalho e pesquisa do Entidade Maré (2023) Moção Honrosa da comissão especial de combate ao racismo pela mandata da vereadora Mônica Cunha (2023), Prêmio Rubens Barbot 2024, indicado ao 34° Prêmio Shell de Teatro na categoria Energia que vem da gente 2024
André Brandão
Doutorando em Formação de Professores e Práticas Interdisciplinares (UPE), mestre em Educação, Cultura e Territórios Semiáridos (UNEB), especialista em Dança Educacional e Artes Cênicas (CENSUPEG) e licenciado em Artes Visuais (UNIVASF). Tem pesquisado de que maneira as práticas culturais do território indígena Pankararu contribuem para a construção de uma educação ambiental contextualizada, voltada ao enfrentamento da desertificação no semiárido brasileiro. Para isso, investiga ecologias, cosmologias, resistências, estéticas e memórias ligadas ao território. Atua nas áreas de dança, artes visuais, gestão cultural e curadorias contemporâneas.
Fagner Cleiton
Fagner Cleiton, mais conhecido como “Luther”. Homem negro, periférico, bacharel em Serviço Social, graffiteiro e educador Popular. Em seus graffitis nas ruas, procura sempre passar uma mensagem de valorização do povo negro, protesto, revolta e libertação através do conhecimento. Luther faz parte da fundação do movimento social e cultural cores do amanhã.
Ana Carolina Silva
Atua como pesquisadora e mediadora de leitura literária, pensando as infâncias negras. Idealizadora do @carole_literaturanegrainfantil, atua como produtora de conteúdo independente desde 2019 no qual discute a decolonização das narrativas sobre Adoção na América Latina e Caribe. Formada em Biblioteconomia pela UFPE e especialista em literaturas infantil e juvenil pela FAFIRE, possui 14 anos de experiências em bibliotecas escolares. Hoje é uma das integrantes do Coletivo Ayó – residência artística afrocentrada de criação e formação na cidade de Caruaru e faz parte da Rede SESC de Bibliotecas na unidade executiva do SESC Caruaru desde 2021 com foco na gestão e práticas educacionais acessíveis à cultura e à informação.
Ademildes Filho
Ademildes Filho é Produtor Cultural e Gestor de Projetos, com formação em Produção Cultural pela Universidade Federal Fluminense (2015) e pós-graduação em Administração de Marketing e Comunicação Empresarial pela Universidade Veiga de Almeida (2018). Atualmente, cursa MBA em Gestão de Projetos pela Universidade de São Paulo (USP). Apaixonado pela convergência entre Arte, Educação, Cultura e Tecnologia, atua como Analista de Cultura na área de Arte Educação do Departamento Nacional do Sesc.
Leonardo Moraes
É filho de Celma Moraes Batista, irmão de Vanessa Moraes Batista, neto de Maria de Lourdes Diogo Moraes, sobrinho de Edna Moraes, Maria Lúcia Moraes (in memoriam), Luciana Maria Moraes e Bernadete de Fátima Moraes. Criado e forjado no matriarcado de mulheres negras. É performer da música, pesquisador, professor e curador em formação. É Licenciado em Música (2012) e Especialista em Educação Musical (2014) pelo Conservatório Brasileiro de Música (CBM-CeU). Mestre em Educação Musical (2015) e Doutor em Musicologia com ênfase em etnografia das práticas musicais (2024) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É pesquisador do Grupo de Estudos e Pesquisa Etnomusicológica NEGÔ e associado a instituições (ANPPOM, ABET, FLADEM, ABEM, ABPN) que lidam com a produção de conhecimento científico. Atua como gestor das ações educativas do Programa Cultura do Departamento Nacional do Sesc, em processos contínuos de colaboração de participação com a Rede Sesc de Arte Educação e como diretor de ações educativas da BATEKOO, sendo a ESCOLA B, o amplo espaço do desenvolvimento de atividades formativas. Atuou como performer nas exposições A cova do escravo – Pretofagia de Yhuri Cruz, no Solar dos Abacaixis (2020) em Borì – Yourùbaiáno de Ayrson Heráclito, no Museu de Arte do Rio (2021) e Revenguê de Yhuri Cruz, no mesmo Museu (2023) e na Pinacoteca de São Paulo (2024/2025). Atuou como consultor curatorial nas exposições de Funk: ousadia e liberdade, no Museu de Arte do Rio (2023) e como consultor educativo em dos brasis: arte e pensamento negro, no Sesc Belenzinho (2023), considerada pela ArteNews como uma das exposições que redefiniram o mundo e a arte em 2023. Participou enquanto curador das exposições Favela em Fluxo do Museu das Favelas (2024) e Traços no Espaço Matilha (2024). Atuou em seleções de projetos artístico-culturais como Sesc Cultura ConVIDA! do Sesc Nacional, Programa Oi de Patrocínios Culturais Incentivados do Oi Futuro, Edital Rio-Colômbia do Estado do Rio de Janeiro e Único: salão de arte do Sesc Pernambuco. É um profissional comunicativo com perfil criativo e possui capilaridade para atuar no campo da arte, cultura e educação, tomando questões de raça, gênero, sexualidade, classe, acessibilidades, tecnologias, territorialidades e subjetividades como vetores de sua pesquisa e trabalho.
Márcia Vírginia
Márcia Virgínia Bezerra de Araújo é professora aposentada do curso de Licenciatura em Dança da UFPE, onde atuou em especial na área de dança-educação. As pesquisas em estudos do corpo, voz e movimento a levaram a se certificar em educação somática pela escola Body-Mind Centering (BMC), e obter a certificação pela Rede Internacional de Danças da Paz Universal. Atualmente está formação em Arteterapia e participando do Projeto DaRaíz à Flor de estudos em Palhaçaria.
Everson Melquíades
EVERSON MELQUIADES – Ator; Arte/Educador; Pesquisador social; Professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Diretor Presidente da Escolinha de Arte do Recife, Líder do Grupo de Estudo em Formação de Professores, Arte e Inclusão (GEFAI/UFPE/CNPq) e Doutor em Educação pela UFPE. Membro da ANPED, ANARTE/PE, FAEB, ABRACE, ANPAP, SBPC, entre outras instituições. Atua na área da Cultura, da Arte, da Educação e nos Movimentos Sociais e Populares desde 1988.
Gustavo Lira
Filho de Dona Lila e Seu João, minha trajetória de vida foi marcada nos bairros da Guabiraba e Nova Descoberta, Zona norte da cidade de Recife. Minhas experiências na arte/educação se deu início aos meus 12 anos no Clube de Mães dos Moradores do Alto do Refúgio onde participei de aulas de teatro e dança populares ofertados pela instituição para as crianças da comunidade. Em 2013 ingressei no curso de pedagogia na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), lugar onde desenvolvi interesse nos estudos e pesquisas em Gestão Pedagógica, Interculturalidade e Arte/Educação, me formando no ano de 2017. Em 2018 comecei a integrar o grupo de arte/educadores da Escolinha de Arte do Recife, participando e cooperando nos cursos de férias e regulares, exposições e formações docentes. Em 2019 passei a ser filho do Axé Ajagunã (Roça Oxaguiã Oxum Ipondá), espaço de fé, cultura e acolhimento que fez enxergar de forma decolonial minhas práticas pedagógicas e meu papel como Arte/Educador no instituto social Ogbon Ayê, nesse mesmo ano ingressei no curso de Licenciatura em Dança da UFPE, não chegando a concluir devido a outras demandas de trabalho. Em 2022 consegui ingressar no Programa de Pós-Graduação em Educação Culturas e Identidades (PPGECI) pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e Fundação Joaquim Nabuco (FUNDAJ) na linha de Movimentos Sociais, Práticas Educativo-Culturais e Identidades, em que desenvolvi uma pesquisa intitulada como “Arte/Educação do Terreiro: reflexões sobre os processos educativos dos trabalhos artísticos da Roça Oxaguiã Oxum Ipondá”, me trazendo o título de Mestre em Educação em 2024, ano que também comecei a integrar o Grupo de Pesquisa e Estudos Contracoloniais em Educação e Agroecologia (GPECEA) da UFRPE. Também conto em minhas experiências funções ligadas a Coordenação Pedagógica, Educação Social, Atendimento ao Público, Elaboração de projetos e pesquisas na área das Identidades Culturais, Racismo, Gênero, Arte/Educação e sua nuances decoloniais e contracoloniais.
Adalberto Trajano
Bibliotecário graduado pela Universidade Federal de Pernambuco, atua como Analista de Biblioteca e Literatura no Sesc Pernambuco, desenvolvendo projetos que conectam biblioteconomia, literatura e gestão da informação. Com experiência em Produção Cultural e Gestão de Unidades de Informação, já integrou equipes de instituições como Instituto Ricardo Brennand, Fundação Joaquim Nabuco e Faculdade de Medicina do Sertão. Dedica-se a promover o acesso democrático ao conhecimento e à cultura, fortalecendo redes de leitura e iniciativas que valorizam o patrimônio material e imaterial.
Mitsy Queiroz
Artista e pesquisador em processos experimentais de fotografia analógica, interessado na opacidade da imagem latente e seus mistérios, encoraja as afirmações do erro como fenômenos de ruptura e gestão da liberdade. Suas práticas refletem sobre a percepção do tempo, a transformação dos corpos e a conexão com a pesca artesanal. Atualmente, observa as relações de parentesco interespécie entre peixes e gentes, os movimentos de migração destes e os encantamentos manifestados entre as águas e a terra. Mitsy Queiroz é Mestre [PPGAV/UFPE] em processos criativos e sua abordagem multidisciplinar se destaca pelo envolvimento em práticas educativas e projetos colaborativos. Como artista visual atua desde 2012 participando de mostras, salões, feiras de arte, programas de comissionamento de obras para galerias de arte e museus, residências artísticas, projetos de financiamento público e participação em importantes acervos como o da Pinacoteca de São Paulo.
Mariana Andrade Gomes
Mariana Andrade é filha de Do Carmo e Zé Carlos, irmã de Júlia e esposa de Renato. Mulher negra de pele clara, olindense, torcedora do Santa Cruz. Pesquisadora I da CeÁfrica-UFPE e colaboradora na Editora Ogum’s Toques. Possui doutorado em Literatura e Cultura (UFBA), mestrado em Comunicação Social (UFPE) e graduação em Letras (UFPE e UNICAP). Atualmente atua como Bolsista de Apoio à Difusão do Conhecimento 1A CNPq no LabEshu-UFPE.
Demétrio Rangel
DEMÉTRIO RANGEL BRAGA, é natural de Recife – Pernambuco. Dedica-se a arte como compositor e cantor violonista e musicoterapeuta. É licenciado de Música e tem pós-graduação em Teatro e em Musicoterapia e também se dedica a atuar como ator e cantor, dirigir e escrever peças, contos, poesias, etc. Como profissional já compôs várias trilhas musicais para teatro Pernambucano. Sim, é desde 1993 que se dedica a compor e dirigir trilhas sonoras para teatro. Entre tantas: A terra dos Meninos Pelados, Versos do Nós, Coiteiros, Guerreiros da Bagunça, etc. As trilhas mais recentes foram para os espetáculos: Sebastiana e Severina, e O boi voador. Suas trilhas já lhe renderam vários prêmios e com o projeto cultural Coletânea Teatral – Ano 2004 registrou em Cd várias canções teatrais- Seu primeiro Cd intitulado: CENA DE ABRIL e em 2011 lançou o Cd multicultural intitulado: Gambrinus Porto Bar com canções ao Recife. Dos seus projetos foram realizados: dois CDs, concerto em Portugal, na Bélgica, show e serviço de atuação como jurado no São João e no carnaval do Recife. Seu mais novo projeto (ano 2024) foi o lançamento do livro infanto juvenil intitulado: Val encontros e encantos. Atualmente trabalha como artista docente em colégio da rede particular com educação musical e com musicoterapia no Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira.
Assis Calixto e Kell Calixto
Mini Bio- Kell Calixto: Músico natural da cidade de Arcoverde, Portal do Sertão pernambucano, Kell Calixto iniciou suas atividades culturais ainda criança , nas rodas de coco no terreiro de casa, promovidas por seus tios Lula Calixto e Assis Calixto. Em 2010 iniciou sua carreira profissional quando participou da turnê “A Caravana não Morreu” do grupo Samba de Coco Raízes de Arcoverde, o qual faz parte desde então atuando como dançarino, vocalista, compositor e percussionista. Pertencente à família Calixto, uma das famílias mais tradicionais na cultura popular nordestina, Kell conquista seu espaço como oficineiro, ministrando várias oficinas de coco ao longo de todo o país e há 3 anos atua também com suas atividades voltadas para o público infantil. Mini Bio- Assis Calixto: Francisco de Assis Calixto Montenegro nasceu em 4 de outubro de 1944, trazendo ao mundo um espírito apaixonado pela cultura e pelas raízes do povo. Ainda menino, em 1952, chegou a Arcoverde, cidade que o acolheu e se tornou palco da sua história e do seu legado. Em 1969, uniu sua vida à de Maria Luiza, com quem construiu uma linda família: dois filhos, quatro netos e três bisnetos, frutos de uma vida marcada pelo amor, pela dedicação e pelos valores transmitidos de geração em geração.
Fernanda Sgarbi
Mestrado em Artes – Unesp, Pós-graduação em Pedagogia do Movimento – Unicamp e Graduação em Educação Física – Unesp. Integrante do Grupo de Pesquisa “Dança Estética Educação” na Unesp por 10 anos. Atuei em cursos de graduação, pós – graduação e na formação continuada de professores em redes municipais de ensino. Há 23 anos, me deparo com encantamentos e desafios da Escola Pública da cidade de São Paulo, em territórios periféricos, na qual trilhei percursos como professora de Educação Física, coordenadora pedagógica e, atualmente, integrante da equipe gestora de uma unidade educacional.
Felipe Braccialli
Graduado Bacharel em Teatro pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU), com intercâmbio acadêmico na Universidade de Évora (PT). Mestre em artes pela UFU. Doutor em Educação Física pela Unicamp, fazendo parte do grupo de pesquisa em circo (CIRCUS – FEF/Unicamp). Sua trajetória como pesquisador e artista foi realizada na arte e pedagogia do palhaço, tendo experiência em teatros, rua e hospitais. Atualmente é professor efetivo do Curso de Arte e Mídia da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG).
Flora Assumpção
Artista visual doutora, mestre e graduada em Artes Visuais pela ECA-USP, com bolsas FAPESP e CAPES e pesquisadora visitante da Universidad Autónoma de Barcelona. Realizou PósDoutorado no Instituto de Artes UNESP, com pesquisa publicada por edital LPG-PE. Professora de Artes Visuais na UNIVASF, no PPGAV|UFPE|UFPB e no PPGDesign|UFPE. Realizou exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior, recebeu prêmios de editais de fomento às Artes (Funarte, SESI-SP, Funcultura, SIC-Recife, LPG, PNAB) e integra acervos de instituições nacionais e internacionais.
Isabel Marques
Coreógrafa, diretora e professora de dança, escritora. Formada em Pedagogia pela USP, Mestre em Dança pelo Laban Centre, Londres (hoje Trinity Laban), doutora pela Faculdade de Educação da USP/96. Fundou e dirige o Caleidos Cia. de Dança desde 1996. Atualmente, com Fábio Brazil, é diretora do Instituto Caleidos, fundado em 2007, em São Paulo, capital. Premiada pela Bolsa Vitae de Artes, pelo Programa Municipal de Fomento à Dança, pelo ProAC, pelo Prêmio FUNARTE de Dança Klauss Vianna, finalista do Prêmio Jabuti. Recebeu Bolsa Pesquisador Visitante da FAPESP, Bolsa Pesquisa CNPq e Difusão Cultural do MinC. Assessora do MEC na elaboração dos PCNs (Dança), da UNESCO e da Secretaria Municipal de Educação de SP (1992-93, 2015-16). Professora nos curso de Licenciatura em Dança da UNICAMP e da Universidade Anhembi Morumbi e dos cursos de Pós-graduação da UFV, UDESC, UEA, UFPE, UFRN, FURB, entre outros. Autora dos livros “Ensino de Dança Hoje” (6ª. ed), “Dançando na Escola” (6ª. ed), “Linguagem da dança: arte e ensino”, “Interações: criança, dança, escola”, “Conversas sobre Dança e Educação” (no prelo) e, com Fábio Brazil, “Arte em Questões” (2ª. ed). Foi assessora na área de ensino de Dança da gestão Luíza Erundina e Fernando Haddad.
Mariana Porto
Mariana Porto é professora do bacharelado de Cinema e Audiovisual da Universidade de Fortaleza (UNIFOR). Doutora em Comunicação social (PPGCOM/ UFPE), mestre em Artes Cênicas (PPGAC/ UFBA) e Psicóloga (UFC). Atua com pesquisa e docência audiovisual há 18 anos, interessada principalmente no desenvolvimento de jogos audiovisuais colaborativos para criação de narrativas. Dirigiu quatro curtas-metragens autorais e realizou diversas colaborações como roteirista (série “O olhar que vem de dentro” – EBC), pesquisadora (série “A persistência da memória” – Canal Curta) e continuísta. Trabalhou como Game Designer e roteirista de 24 Jogos digitais para o ensino médio (Projeto MEC/ CINUFPE) e trabalha como consultora na produção de materiais didáticos (FINCAR).
Mestre Marcos do Pife e Ângelo Lima
Marcos do Pífano é músico, educador e mestre da cultura popular da Comunidade Quilombola de Carapotós (Caruaru/PE). Com mais de 40 anos de trajetória, atua na preservação das bandas de pífano do Agreste pernambucano. Desenvolve projetos de musicalização com todas as idades e já teve sua atuação reconhecida por iniciativas como o Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade (IPHAN). É parceiro do mestre João do Pife de Caruaru e também músico da Orquestra de Pífanos de Caruaru. Ângelo Lima é multi-instrumentista, compositor e educador musical de Caruaru-PE. Mestrando em Música pela UFPE, onde também é licenciado com ênfase em clarinete. É docente no Sesc Pernambuco e na Escola Pernambucana de Choro. Integra os grupos Granduo Brasil, Pife Urbano, Orquestra Malassombro e Orquestra de Pífanos de Caruaru. Atua na composição e produção musical independente, com lançamentos em plataformas digitais e parcerias com Carol Couto, Mavi Pugliesi e Zé Manoel.
Sônia Florêncio
Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho- UNESP (1988), especialização em Sociologia Rural pela Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP (1993), especialização em Políticas Públicas de Proteção e Desenvolvimento Social pela Escola Nacional de Administração Pública- Enap (2013) e mestrado em Educação pela Universidade Estadual de Campinas- UNICAMP (2003). Doutoranda no Programa de Pós Graduação em Ambiente Construído e Patrimônio Sustentável da Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG. Servidora do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN desde 2006, foi Coordenadora de Educação Patrimonial – (2011 a 2016). É professora colaboradora do Mestrado Profissional do Iphan com a disciplina Patrimônio e Educação desde 2010. Atua como coordenadora pedagógica na ENAP. Associada ao Icomos Brasil, onde coordena o Comitê Científico de Interpretações, Educação e Narrativas Patrimoniais.
Waldirio Castro
Waldírio Castro, é bixa-curador-artista-pesquisador indisciplinar radicado em Fortaleza-CE. É doutorando em artes UFPA. Mestre em artes UFC e especialista em Semiótica pela UECE. Possui graduação em Artes visuais pela UNINTER e Administração pela UEPB. Realizou a coordenação pedagógica das últimas 03 edições do PRIS – Hub Porto Dragão. Realizou a curadoria de exposições como Imaginários Queer (Museo de Bellas Artes de Xativa -Espanha) e Degenerado Tibira: o Desbatismo (Embaixada do Brasil em Berlim – Alemanha). É autor dos livros “Em terra de homofóbicos casamento gay é arte: Artivismo, norma e disrupção” e “Entre a desimaginação e a reimaginação: perspectivas queer nas artes contemporâneas cearenses”. Atualmente tem interesse nos processos curatoriais e na produção em artes atravessadas pelas perspectivas cuir/transviadas e decoloniais.
Raphael Vianna
Raphael Vianna – artista, curador, pesquisador e professor de artes cênicas da Universidade Federal de Alagoas. Possui doutorado e mestrado pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da UNIRIO com intercâmbio acadêmico pela City University of New York. É Pós-Graduado em Fundamentos do Ensino do Teatro pela Faculdade de Artes do Paraná (FAP) e graduado em Artes Visuais pela Universidade da Região de Joinville (UNIVILLE). Trabalhou como analista de artes cênicas no Departamento Nacional do Sesc onde se dedicou a projetos culturais de difusão (Palco Giratório), formação (Sesc Dramaturgias) e pesquisas sobre processos de criação envolvendo o intercâmbio de linguagens artísticas em campo expandido. Atualmente é membro da Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-Graduação em Artes Cênicas.
Adriana Fresquet
Professora Titular da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde coordena o Grupo CINEAD: Laboratório de Educação, Cinema e Audiovisual. Desenvolve pesquisas voltadas à interseção entre audiovisual, escola e políticas públicas, com destaque para REDE KINO Pesquisa: inovações pedagógicas latino-americanas em educação, cinema e audiovisual em tempos de educação digital (CNPq) e Acervos audiovisuais e universidades na produção de conhecimento escolar (FAPERJ). É responsável pelo Programa de Extensão Cinema, Aprender e Desaprender, que promove experiências de iniciação ao cinema em contextos de formação docente, presenciais e virtuais. É também uma das fundadoras da RED KINO – Rede Latino-Americana de Educação, Cinema e Audiovisual, com a qual tem contribuído para o fortalecimento de políticas públicas na área. Entre 2015 e 2016, integrou a equipe que elaborou a proposta de regulamentação da Lei de Cinema na Escola. Em 2023 e 2025, coordenou o Grupo de Formação Docente do Fórum Tiradentes, responsável por sistematizar e apresentar ao poder público um panorama atualizado sobre o campo da formação em cinema e educação. Mais recentemente, tem participado ativamente da construção da proposta do Programa Nacional de Cinema na Escola, em articulação com representantes da sociedade civil, da Rede Kino e dos Ministérios da Educação, da Cultura e dos Direitos Humanos.
Dane de Jade
Dane de Jade, atriz-pesquisadora, produtora e gestora cultural. Mestra em Música pela UFPR e doutoranda em Estudos Artísticos pela Universidade de Coimbra/PT. Secretária de Cultura do Crato/CE (2013-2017), integrou o Conselho Nacional de Política Cultural/CNPC (2013-2018). Diretora da Escola Vila da Música (2017/2022), Coordenadora do Escritório Regional de Cultura da SECLT/CE (2017/2022), Fundadora e presidente da ONG BEATOS, curadora do Prêmio Shell de Teatro – Categoria Nacional. Coordenadora do Pontão Rede de Culturas Populares e Tradicionais, coordenadora executiva do Programa Nacional Comitês de Cultura – Estado do Ceará.
Francione Oliveira
Professor da Faculdade de Educação da UFJF onde atua nas Licenciaturas em Artes Visuais e Pedagogia e no Programa de Pós-graduação em Educação – PPGE. Doutor e Mestre em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Estágio de Pós-Doutorado em História na USP. Possui graduação em Artes Cênicas bacharelado pela Faculdade de Artes do Paraná, com complementação em Dança pelo Curso Permanente de Dança Moderna da UFPR e Licenciatura em Educação Artística pela Belas Artes de SP. É líder do MIRADA – Grupo de Estudo e Pesquisa em Visualidades, Interculturalidade e Formação Docente/UFJF.
Mestre Joab
Originário da Zona da Mata Norte, praticante da Capoeira desde os 12 anos e mestre do Capoeira Pernamokambo Angola; dançou no Balé de Arte Negra (mestre Zumbi Bahia) e no grupo Grial de dança (Maria Paula Costa Rêgo). Foi batuqueiro no Maracatu Elefante, músico e compositor do Lamento Negro e do Daruê Malungo. É Cabôco Arreiamá do Pavão Dourado de Tracunhaém. Experiência com pesquisa e consultoria na área da educação, cultura e relações étnico-raciais, além de pensador ‘filósofo’ das tradições afroindígenas.
Ricard Huerta
Ricard Huerta é artista e professor de Educação Artística na Universidade de Valência. Pesquisador do Instituto de Criatividade e Inovações Educacionais. Diretor da Revista EARI www.revistaeari.org e do Grupo de Pesquisa em Pedagogias Culturais CREARI (GIUV2013-103) https://www.uv.es/creari Autor de livros e artigos, coordena publicações sobre arte, educação, formação de educadores, diversidade LGBT, patrimônio e museus.
Leda Maria de Barros
Professora/pesquisadora Titular da Faculdade de Artes Visuais da UFG onde trabalha com formação docente nos cursos de Licenciatura em Artes Visuais e no PPG em Arte e Cultura Visual. Tem pesquisado formação de professores em artes visuais, visualidades populares, ensino de arte e comunidades. Possui graduação em Licenciatura Plena em Educação Artística pela Fundação Armando Álvares Penteado (1985), mestrado em Educação pela Universidade Federal do Piauí (1995) e doutorado em Artes pela Universidade de São Paulo (2005).
Andreza Nóbrega
Atriz, produtora cultural e audiodescritora. Doutora em Artes Cênicas pela Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC com pesquisa envolvendo a pedagogia do teatro, a acessibilidade e a formação de espectadores. É mestra em Educação com enfoque na educação inclusiva, pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), especialista em audiodescrição, pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), graduada em Licenciatura em Educação Artística, com habilitação em Artes Cênicas (UFPE). Coordenadora da VouSer Acessibilidade, é idealizadora de ações formativas e inclusivas nos projetos: Festival ConectaçãoLAB, Encontro de Acessibilidade Comunicacional em Pernambuco, Experiri Lab de Artista, Cine Às Escuras: Mostra Erótica de Cinema Acessível, do Cineclube VouVer Filmes, Conectação Teatro e LABAcessibilidade Artística e Criativa.
Érico JosÉ
Professor Titular da Universidade de Brasília (UnB), com Licenciatura em Educação Artística com Habilitação em Teatro-Universidade Federal de Pernambuco, Mestrado e Doutorado em Artes Cênicas-Universidade Federal da Bahia, Estágio Sanduiche na Université Paris X-Nanterre, Pós-Doutorado em História da Encenação pela Université Paris 3-Sorbonne Nouvelle em Paris, com estágios em Biomecânica Teatral no Centro Internacional de Biomecânica Teatral de Meierhold-Perúgia (Itália), Estágio Sênior na Université Paris 8 – Vincennes-Saint-Denis sobre transculturalidade na pedagogia com máscara na Escola Jacques Lecoq (Paris), com estágio de um ano na Escola Internacional de Teatro Jacques Lecoq (Paris).
Fábio Brazil
Fábio Brazil é poeta, escritor e dramaturgo/diretor de dança contemporânea. Ao lado de Isabel Marques desenvolveu a dramaturgia para dança por meio de poemas e dirigem juntos o multipremiado Caleidos Cia de Dança e o Instituto Caleidos, voltado para a difusão, ensino e assessoria em arte e educação. Autor de dois romances – Bola da Vez e Gota de Sangue, ambos editados pela Digitexto – e do livro Ponto de Partilha, pela Editora Patuá, que reuniu uma seleção de 30 anos de poesia num único volume; esses trabalhos foram premiados pelo PROAC da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo. Natural de São Paulo, onde foi professor de Literatura em diversas escolas e produtor cultural, continua vivo e vivendo na Capital desde seu nascimento em janeiro de 1965.
Rosenilde Nogueira
Pós-doutora e doutora em Ciências da Educação (UMinho), mestra em Educação (UFMT), licenciada em Pedagogia e Matemática, e bacharela em Direito. Professora EBTT no IF Goiano – Campus Rio Verde, onde coordena o curso de pós-graduação em Formação de Professores. Atua também no PPGECM do IFG – Campus Jataí. Líder do Grupo de Pesquisa em EducAção (IF Goiano) e integrante do grupo da UFR, com foco em formação docente e práticas educativas. Tem experiência na área de Ciências da Educação, com ênfase em Formação de Professores, Identidade, Saberes e Práticas Educativas, Ensino de Ciências Educação Profissional e Tecnológica.
Frederico Barbosa
Poeta, recebeu dois prêmios Jabuti, em 1994 e 2005. Foi Diretor da Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura de 2004 até 2016. Fundou e dirigiu a Poiesis – Organização Social de Cultura, que, durante a sua gestão, administrou o Museu da Língua Portuguesa, reformou a Casa Guilherme de Almeida e implantou a Biblioteca de São Paulo no Carandiru. Foi professor de literatura, texto e redação no Colégio Equipe, na Escola Logos e no Curso Anglo Vestibulares.
Graça Elenice
Mestra em Educação, Cultura e Identidades na Universidade Federal Rural de Pernambuco e Fundação Joaquim Nabuco. (2016). Atualmente é pesquisadora do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros da Universidade Federal Rural de Pernambuco – NEAB/UFRPE. Pesquisadora do Grupo de Estudos Pós-coloniais e Teoria da complexidade. É cadastrada no Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação, Raça, Gênero e Sexualidades Audre Lorde-GEPERGES. Foi pesquisadora assistente na pesquisa Juventude Brasileira e Democracia-Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (-Ibase-2005). Foi pesquisadora colaboradora da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco – FACEPE, do Edital Solano Trindade (2022-2023). Tem experiência como facilitadora de oficinas, performance e atua nas temáticas em arte educação, Juventude coordenou o programa de juventude e cidadania pela Escola de Formação Quilombo dos Palmares/PE. Desenvolve temas como: Educação, História, Cultura afro-brasileira, Práticas Antirracista, Gênero, Políticas Educacionais, Memórias, Educação Étnico Racial, Juventude e Envelhecimento Afrobrasileiro, Políticas Públicas e Juventude.
Fátima Pontes
Formada na graduação em artes cênicas – teatro – Mestre em Educação Popular pela UFPE. Atua em Recife/Pernambuco, como atriz, produtora cultural, professora de teatro, dramaturga e roteirista de espetáculos de circo a mais de 25 anos e, é gestora de projetos sociais, artísticos e culturais, tendo sido Gerente da GAC (Gerência de Animação Cultural) da Secretaria de Educação da Prefeitura do Recife, entre 2008 e 2011. Há 27 anos coordena a área executiva e artística da OSC Escola Pernambucana de Circo – uma instituição consolidada em Recife, Pernambuco e internacionalmente, com 29 anos de atividades ininterruptas no campo da formação fruição e difusão das artes circenses. Na Escola Pernambucana de Circo, dirigiu mais de 10 espetáculos da Trupe Circus, grupo profissional da instituição. Atuou e atua em diversas instâncias de proposições e acompanhamento de políticas públicas para as artes, juventudes e educação. Pela Funarte/MINC, integrou o I Colegiado de Circo da Funarte/MINC, de 2004 a 2008, fez parte da Câmara Setorial de Circo, e foi Consultora na área de circo para o Programa Nacional das Artes entre 2015/2016. Fez parte do Conselho de Políticas Culturais do Governo do Estado e do Recife, assumindo a cadeira de titular de circo, entre 2020 a 2024. Ganhou o Prêmio Cascudo de Circo da Fundarpe/Governo do Estado de PE/2024 e, agora em 2025, recebeu o Prêmio de Mestra da Cultura Popular, pela PNAB de Olinda, bem como, é a personalidade homenageada junto com a Escola Pernambucana de Circo da 27ª Edição do Palco Giratório do Sesc/Nacional, o maior projeto de circulção de artes cênicas do país.
Marcus Flávio
É professor de Teatro no Colégio de Aplicação – UFPE. Formado pela Licenciatura em Educação Artística – habilitação Artes Cênicas (UFPE), com Pós-graduação em Ensino da Arte (Teatro) – UFPE; Mestrado em Educação, Culturas e Identidades – UFRPE/FUNDAJ e Doutorado em Educação – UNIRIO. Tem experiência na área de Educação e Pedagogia do Teatro, com ênfase em processos de ensinoaprendizagem, currículo e formação de professor(a). Ao longo de sua trajetória docente tem desempenhado a função de assessor e consultor pedagógico em instituições e redes públicas de ensino. No campo artístico já foi responsável pela encenação de alguns espetáculos e leituras dramatizadas.
Maria José dos Santos
Doutora em Educação Contemporânea do Programa de Pós-Graduação em Educação Contemporânea (PPGEduc) – UFPE. Mestre em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo-PUC/SP (2012), graduada em Pedagogia pelo Centro Universitário de João Pessoa – UNIPÊ (2001). Especialista em Psicopedagogia – Faculdade Integrada de Patos (FIP). Bolsista do Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco- FACEPE e da Coordenação de Administração Pessoal (CAPES). É Pesquisadora do Núcleo de Pesquisa e Estudos Afro-Brasileiro NEAB/UFRPE, dos Grupos de Estudos e Pesquisas em Educação, Raça, Gênero e Sexualidades Audre Lorde (GEPERGES Audre Lorde), e do Grupo de Estudos PósColoniais e Teoria da complexidade (PPGEduc/CAA-UFPE). Integrante da Rede de Mulheres Negras de PE. Foi Professora Pesquisadora Colaboradora do Curso Licenciatura em Pedagogia, da Unidade Acadêmica de Educação a Distância – EAD UFRPE. Foi Professora: na Universidade Estadual de Alagoas UNEAL. É Pedagoga, Escritora, Coreógrafa, Dançarina e Educadora Popular. Têm experiência nas áreas de: História da Educação, Currículo e Cultura Afro-brasileira, Metodologias, Educação Popular, Práticas Educacionais, Gênero, Políticas Educacionais, Educação Étnico Racial. Atualmente reflete sobre: Praticas Educacionais, Educação nos Terreiros, Pesquisa, Oralidade, História da Educação, Sexualidade, Identidades, Formação de Professores, TCC, Educação das Relações Étnicos/Raciais, Comunidades Quilombolas, Trajetórias Epistêmicas de Mulheres de Axé e Memórias.
Luis Queiroz
Luis Ricardo Silva Queiroz é Violonista, etnomusicólogo e educador musical. É Doutor em Música (área de Etnomusicologia) pela Universidade Federal da Bahia (UFBA – 2005), Mestre em Música (área de Educação Musical) pelo Conservatório Brasileiro de Música (CBM – 2000) do Rio de Janeiro. Atualmente é Professor Associado do Departamento de Educação Musical e do Programa de Pós-Graduação em Música (PPGM) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Foi professor visitante da University of Texas at Austin, Estados Unidos, tendo realizado entre agosto de 2018 e julho de 2019 pesquisa de pós-doutorado nessa Instituição. É Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq desde 2013 e autor de diversos artigos na área de música, sobretudo nos campos da Etnomusicologia e da Educação Musical, publicados nacional e internacionalmente em livros, revistas especializadas e anais de congressos. Já realizou concertos, conferências, mesas redondas e cursos em todos os estados do Brasil e em países como: Peru, Argentina, Chile, Paraguai, Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Portugal, Moçambique, Suécia, Finlândia, entre outros. Foi Presidente da Associação Brasileira de Educação Musical (ABEM) – Gestão 2013-2015 e Gestão 2015-2017 e é o atual presidente da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música (ANPPOM) – Gestão 2022-2023 e Gestão 2024-2025. É membro do Comitê de Assessoramento da Artes, Ciência da Informação, Comunicação e Museologia – AC, como representante da área de música (gestão 2025-2028).
Inaldete Pinheiro
Inaldete Pinheiro de Andrade é escritora, contadora de histórias. Nasceu em 1946, na cidade de Parnamirim-RN. Aos 20 anos, mudou-se para Recife, onde cursou Graduação em Enfermagem e Mestrado em Serviço Social pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Desde jovem participa ativamente de ações em prol da igualdade racial e do respeito às diferenças. Foi uma das fundadoras do Movimento Negro de Pernambuco e participa de organizações da sociedade civil voltadas para a defesa dos direitos humanos. Pesquisadora e militante, tem se dedicado ao resgate da multifacetada herança africana presente em nossa formação. Seus trabalhos vêm contribuindo para a constituição de uma bibliografia voltada para o ensino da História e das culturas africana e afro-brasileira.
